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11/07/2017 - 19h30m

Movimentos do campo ocupam Usina Laginha

O diretor-presidente do Iteral, Jaime Silva, esteve no local para realizar a intermediação entre os manifestantes e os administradores da Massa Falida do Grupo João Lyra

Movimentos do campo ocupam Usina Laginha

Texto e foto: Helciane Angélica Santos Pereira

 

O Instituto de Terras e Reforma Agrária de Alagoas (Iteral), representou o Governo do Estado nessa terça-feira(11) durante o processo de negociação na sede da Usina Laginha no município de União dos Palmares, localizado na região da Zona da Mata.

 

A ocupação é por tempo indeterminado e conta com a participação de aproximadamente 1000 trabalhadores rurais vinculados ao Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), Movimento de Libertação dos Sem Terra (MLST), Comissão Pastoral da Terra (CPT), Movimento Unidos pela Terra (MUPT), Movimento de Luta pela Terra (MLT), Movimento Terra, Trabalho e Liberdade (MTL), Terra Livre e Via do Trabalho.

 

Os movimentos sociais do campo reivindicam a desapropriação das terras ociosas das usinas Laginha e Guaxuma para a efetivação da reforma agrária no Estado de Alagoas, o que para eles garantiria o fortalecimento da agricultura familiar.

 

O diretor-presidente do Iteral, Jaime Silva, destacou que o Governo preza pelo diálogo e o objetivo é honrar o compromisso firmado no Tribunal de Justiça, que é a aquisição de 1500 hectares da Usina Guaxuma para o assentamento de famílias camponesas. A intermediação visa o acordo com os administradores da Massa Falida do Grupo João Lyra para a conclusão do encontro de contas e a redução da dívida quanto aos impostos.

 

No local, também estiveram presentes policiais do Centro de Gerenciamento de Crises e a tropa do 2° Batalhão da Polícia Militar comandada pelo Tenente Klenisson.

 

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